4 passos para reduzir a inadimplência na sua empresa

A inadimplência é um dos problemas mais comuns no Brasil. Tanto as pessoas físicas quanto as jurídicas podem estar inadimplentes com fornecedores e órgãos federais. 

No caso das empresas é essencial um bom gerenciamento do fluxo de caixa para evitar possíveis ameaças. Pensando nisso, preparamos este artigo para te ajudar a entender melhor o que é inadimplência e algumas ações práticas para evitar prejuízos no seu negócio. Acompanhe a seguir! 

O que é inadimplência? 

Inadimplência financeira é o descumprimento de uma obrigação. Ou seja, quando uma pessoa ou empresa não efetua o pagamento de uma conta em sua data de vencimento como, por exemplo, cartão de crédito, financiamentos e tributos fiscais. Mas afinal, quais são os impactos da inadimplência no fluxo de caixa de uma empresa? Continue a leitura para descobrir. 

Entenda os impactos da inadimplência no fluxo de caixa  

O fluxo de caixa é essencial para medir a saúde financeira de uma empresa. Logo,  um fluxo de caixa negativo significa menos dinheiro em caixa. É aí que a inadimplência começa a acender o sinal de alerta. 

Assim os motivos para a inadimplência em uma empresa podem ser muitos, principalmente a ausência de um planejamento financeiro ou a falta de pagamento por parte dos clientes. 

Na prática, quando um cliente não efetua o pagamento de uma compra ou serviço prestado na data de vencimento, a saída pode se tornar maior que a entrada no caixa da empresa, gerando uma série de problemas no controle de custos e pagamento das despesas básicas como, por exemplo: folha de pagamento e compra de matéria-prima.

4 passos para reduzir a inadimplência na sua empresa 

Como vimos, é fundamental entender o que causou a inadimplência e elaborar novas estratégias financeiras para evitar que essas situações se repitam nos próximos meses.  

1- Automação dos pagamentos – contar com o auxílio de um sistema que permita controlar os pagamentos dos clientes, emitir boletos, gerar relatórios e integrar com outros departamentos, de forma simples, rápida e segura. 

2- Formalize e envie os boletos com antecedência – alinhe com o cliente a data de pagamento e envie o boleto com antecedência mínima de 10 dias da data do vencimento. Assim evita-se o esquecimento do pagamento da conta que pode gerar uma situação complicada para a empresa.

3- Ofereça opções de parcelamento – o alto valor de multas e juros, muitas vezes impedem que o cliente efetue o pagamento da dívida em uma única parcela. 

4- Emita Nota fiscal – ao emitir uma nota fiscal é necessário informar o CPF ou CNPJ do contratante, tornando um documento que comunica a Receita Federal da existência de uma cobrança.

Conclusão 

Como explicamos acima, a inadimplência faz parte do dia a dia de muitas empresas brasileiras. No entanto, um sistema de gestão eficiente permite um maior controle do fluxo de caixa, fornecendo dados precisos e confiáveis para a tomada de decisões. Deseja saber como a Leymar pode te ajudar? Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas

Gestão financeira: descubra como otimizar as finanças da sua empresa

Como está a gestão financeira da sua empresa? Uma estratégia financeira é fundamental para alavancar os resultados do seu negócio. Neste artigo você vai entender melhor o conceito de gestão financeira, sua importância e como otimizar na prática os resultados da sua empresa. Boa leitura! 

O que é gestão financeira?

Gestão financeira é um conjunto de ações administrativas que permitem analisar, controlar e planejar de forma eficiente o controle dos bens, fluxo de caixa, das contas a receber e a pagar, capital de giro e investimentos, sempre buscando simplificar e otimizar os processos financeiros de uma empresa. 

Por que investir em uma gestão financeira?

Ela é essencial para o desenvolvimento de estratégias com foco no crescimento da empresa. Entre os pontos mais importantes destacam-se: acompanhamento do fluxo de caixa, controle dos pagamentos e cobranças. 

Além disso, a gestão financeira também controla as notas fiscais, monitora estoques e faz uma correta destinação dos recursos, controle periódico dos resultados, o que possibilita reduzir gastos desnecessários, investir em novas estratégias e se preparar para possíveis imprevistos ou dificuldades. 

Dicas práticas para otimizar as finanças da sua empresa

Você sabe como melhorar a gestão financeira do seu negócio? Separamos algumas dicas que podem ser utilizadas em qualquer modelo de negócio. Confira a seguir. 

Conte com o auxílio da Leymar na gestão financeira do seu negócio

Como explicamos ao longo deste artigo, uma gestão financeira ativa é uma etapa importante no desenvolvimento e crescimento de qualquer negócio. E para elaborar um planejamento alinhado às reais necessidades da empresa a curto e longo prazos, a melhor opção é buscar um profissional especializado no assunto. Por isso, se você não sabe por onde começar, entre em contato com nossos especialistas

Gestão financeira: entenda a importância dela no crescimento do seu negócio

Contar com um planejamento estratégico financeiro é fundamental para a saúde e otimização dos resultados de uma empresa. Por isso, preparamos este artigo: para te ajudar a entender melhor a importância da gestão financeira e a maximizar o lucro da sua empresa.

O que é gestão financeira?

Gestão financeira é um conjunto de ações administrativas que permitem analisar, controlar e planejar de forma eficiente todas as atividades financeiras de uma organização. Ou seja: é o controle dos bens, fluxo de caixa, das contas a receber e a pagar, capital de giro e investimentos, visando simplificar e otimizar os processos financeiros dentro de uma empresa. 

Importância da gestão financeira para uma empresa

Uma gestão financeira estruturada e organizada é essencial para o desenvolvimento de estratégias que visam o crescimento de um negócio. Entre os pontos mais importantes de uma gestão financeira bem feita destacam-se: acompanhamento do fluxo de caixa, controle dos pagamentos e cobranças, além de outras ações como: controlar as notas fiscais, monitorar os estoques e uma correta destinação dos recursos, controle periódico dos resultados, o que possibilita reduzir gastos desnecessários, investir em novas estratégias e se preparar para possíveis imprevistos ou dificuldades. 

Saiba na prática como otimizar as finanças da sua empresa

Entendemos que quanto mais ativa for a gestão financeira, maiores serão os resultados alcançados pela organização. Mas na prática, você sabe como melhorar essa gestão no seu negócio? As dicas podem variar de acordo com o perfil e ramo de atuação de uma empresa, porém algumas estratégias podem ser utilizadas em qualquer modelo de negócio.Continue a leitura para saber. 

  1. Crie um planejamento estratégico: o primeiro passo é analisar a real necessidade do negócio e identificar quais atividades são mais importantes. Assim será possível definir os objetivos e metas adequadas ao modelo de negócio; 
  1. Utilize um software de gestão: ferramenta especializada que integra todos os setores da empresa e permite automatizar as tarefas, conhecer e controlar as entradas e saídas de recursos financeiros, emitir relatórios e dados sobre organização, otimizando o tempo e levantando informações precisas a  todos os departamentos.
  1. Monitore os resultados regularmente: análise contínua dos resultados para saber o que funcionou ou não com tomada de novas decisões, caso seja necessário, visando o crescimento futuro do negócio.  

A Leymar pode ajudar na gestão financeira do seu negócio

Como você pôde entender ao longo deste artigo, uma gestão ativa é uma etapa importante no desenvolvimento e crescimento de qualquer negócio. Para elaborar um planejamento alinhado às reais necessidades do negócio a curto e longo prazos, a melhor opção é buscar um profissional qualificado e especializado em gestão financeira. Se você deseja colocar em prática as nossas dicas e não sabe por onde começar, entre em contato com nossos especialistas. Teremos prazer em atendê-lo. 

Patrimônio líquido: o que é e como calcular o da sua empresa 

O patrimônio líquido é um dos principais componentes do balanço patrimonial e é muito importante para a saúde financeira de uma empresa, por isso entender o que é e quais contas o compõem permite ao empreendedor tomar decisões assertivas no seu negócio. No artigo de hoje vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!  

O que é patrimônio líquido? 

O patrimônio líquido, PL, é o resultado da diferença entre os valores dos ativos e passivos de uma empresa. Em termos menos técnicos são todos os bens e direitos menos as obrigações de uma empresa como por exemplo imóveis e dinheiro em caixa. Desse modo, o patrimônio líquido faz parte do grupo dos passivos e representa um subgrupo de contas que considera os valores do capital social, lucros acumulados, reservas de lucro e fluxo de caixa.  

Entenda quais as contas que compõem o patrimônio líquido

Capital social – refere-se ao valor investido por cada sócio para iniciar e a manutenção das atividades até a empresa gerar lucros. Pode ser bens materiais, financeiros e deve ser registrado no Contrato Social da empresa.  

Reservas de capital – são os valores recebidos pela empresa que não têm origem na atividade operacional. Contribuições de sócios, acionistas e terceiros que investem na empresa com finalidades específicas ou projetos de longo prazo.  

Reservas de Lucros – tratam-se das contas formadas a partir do lucro gerado pela organização a fim de atender diferentes finalidades e que não foram distribuídos aos sócios e acionistas. 

Ajustes de avaliação patrimonial – seu objetivo é corrigir os valores dos bens da empresa, mesmo que já tenha sido informado em balanços patrimoniais anteriores. Por exemplo: um imóvel comprado há cinco anos pelo valor de R$300 mil reais, após cinco anos, pode ter aumentado ou desvalorizado em relação ao mesmo montante no ato da compra.  

Ações em tesouraria – são aquelas emitidas pelas organizações e depois recompradas pela mesma organização no mercado e mantidas em sua própria tesouraria. Isso ocorre quando uma empresa considera o preço de suas ações abaixo do seu valor. 

Afinal, como calcular o patrimônio líquido? 

A fórmula do patrimônio líquido é simples: basta calcular ativos (bens e direitos) – passivos (despesas). Veja a fórmula: Patrimônio líquido = ativo – passivo. Ainda não ficou claro? Calma que vamos te ajudar a entender melhor com um exemplo prático. Acompanhe abaixo.  

Em uma empresa de tecnologia, cada um dos três sócios investiu R$30 mil reais para a abertura do capital, totalizando R$90 mil reais de patrimônio. Desse montante, R$45 mil é investido nos colaboradores, pagamento do aluguel do prédio, equipamentos e manutenção, entre outras contas da empresa. Logo, nesse caso, o patrimônio líquido da empresa é de R$45 mil reais (R$90 mil reais – R$45 mil reais). Vale informar que o patrimônio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da empresa.  

Conclusão 

Como vimos, o patrimônio líquido é um dos principais componentes do balanço patrimonial, disponibilizando informações essenciais sobre as finanças da empresa e permitindo compreender quais passos seguir na elaboração de novas ações que visam seu crescimento.  Logo, contar com a ajuda de profissionais experientes no assunto e ferramentas de gestão adequadas é fundamental para levantar de forma precisa e segura todos os dados necessários para esse cálculo. Entre em contato com a gente, estamos preparados para te ajudar.  

Lucro Real e Presumido: entenda as características desses dois regimes 

A escolha do regime tributário é uma das principais responsabilidades durante o processo de abertura de uma empresa, afinal essa decisão pode impactar no fluxo de caixa de qualquer negócio.  

Para escolher a modalidade de regime mais adequada para seu negócio, é preciso considerar alguns pontos, como o faturamento e o setor de atuação. Pensando nisso, criamos um conteúdo com as características de dois importantes regimes: o Lucro Real e o Lucro Presumido.  Veja a seguir.

O que são os regimes tributários?  

Antes de falarmos do Lucro Real e do Lucro Presumido, é importante compreender a definição de regimes tributários. Eles referem-se a um conjunto de normas e leis que definem quanto e quais tributos uma empresa deve pagar ao governo.  

Para cada regime existe uma alíquota que deve ser aplicada, isto é: um percentual utilizado para calcular o valor de cada tributo. Logo, alguns critérios, como o porte, o tipo de atividade exercida e o faturamento da empresa são fundamentais para escolher qual regime se enquadra no seu negócio, entre eles o Lucro Presumido e o Lucro Real. Para saber as características de cada regime continue a leitura. 

O que é Lucro Real?

Lucro Real é um regime tributário que permite a compensação de impostos, com melhor controle do fluxo de caixa. As alíquotas que incidem sobre esse regime são de 15% sobre o lucro do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, IRPJ, e 9% sobre o lucro da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL. Esse cálculo é feito com base no lucro obtido durante o ano. Ou seja, a carga tributária da empresa é calculada sobre o lucro líquido do período de apuração.  

Por outro lado, os PIS e COFINS podem variar de 0,65% a 7,60% sobre o faturamento. Este regime é mais complexo e mais adequado para multinacionais e empresas de grande porte, com faturamento superior a R$78 milhões. 

Esse regime tributário proporciona diversas vantagens, já que seu cálculo acontece de acordo com a situação financeira real do negócio – receita e despesas, com apuração trimestral ou anual, benefícios fiscais com isenção e redução de base do ICMS e remuneração dos sócios da empresa por meio dos juros sobre o capital próprio – JCP.  

Vale ressaltar que o Lucro Real é obrigatório para algumas empresas, entre elas: sociedade de crédito, financiamento e investimento, caixas econômicas, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e capitalização, instituições bancárias, entre outros. 

O que é o Lucro Presumido?  

Nesse regime, o imposto calculado tem como referência a receita da pessoa jurídica. Ele é ideal para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano, uma vez que o recolhimento do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, IRPJ, e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido, CSLL, variam entre 1,6% e 32%, com limite de margem de lucro que altera de acordo com a atividade exercida pela empresa. 

A  base de cálculo do faturamento é por trimestre e acontece por meio da aplicação de alíquotas presumidas, as quais referem-se  ao  percentual usado para calcular o valor final de um imposto que deve ser pago por uma pessoa física ou jurídica. Já a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, COFINS, e o Programa de Integração Social, PIS, são calculados de maneira cumulativa, ou seja, as compras das empresas não geram abatimentos desses impostos, incidindo a alíquota de 3,65% sobre o faturamento.  Conforme vimos há pouco, existem critérios para cada modalidade de regime tributário.

Contar com o auxílio de profissionais qualificados e especializados para analisar o faturamento, número de colaboradores e todas as informações necessárias da sua empresa para definir qual a modalidade de regime mais vantajosa para o seu negócio é nossa especialidade. Conte com a Leymar! 

Tesouraria: para que serve e como fazer a gestão dos processos na sua empresa?

Um dos departamentos mais importantes na saúde financeira de uma empresa é a tesouraria. Esse setor também é responsável para que o balanço final resulte em lucro, alavancando os seus negócios. Se você quer entender como fazer a gestão da tesouraria da sua empresa, este artigo é para você. 

O que é o Departamento de Tesouraria?

O Departamento de Tesouraria de uma empresa é responsável pelo controle das entradas e saídas dos recursos financeiros. Ou seja, é o setor que cuida da rotina de pagamentos e recebimentos de contas em curto prazo, sendo fundamental tanto em pequenas como em grandes empresas, demonstrando controle mínimo sobre as finanças.

Este setor é fundamental para garantir o controle de gastos e rendimentos da empresa, e consequentemente, prevenir prejuízos no caixa, como por exemplo: pagamento de multas e juros de contas pagas em atraso. 

Agora que você já sabe o que é e o que faz um Departamento de Tesouraria, vale a pena descobrir as funções do setor. Continue a leitura. 

Entenda quais as funções da Tesouraria

Como gerenciar a tesouraria da sua empresa?

Para aprimorar o Departamento de Tesouraria da sua empresa é fundamental criar estratégias eficientes, utilizando ferramentas adequadas, as quais permitam otimizar os processos do setor de forma rápida e segura, criando um sistema de gestão financeira eficiente para controles diário de caixa e bancário, assim como os controles de vendas diárias, contas a pagar e a receber e o gerenciamento de estoque.

Como vimos, a Tesouraria é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Conte com a expertise da Leymar para otimizar os processos deste setor na sua empresa. Conheça as soluções da Leymar!